segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Crises das Crises-Por Thallys Bruno

Crise das Crises
 
Já estamos no segundo semestre de 2019 e as expectativas de crescimento econômico seguem diminuindo a cada avaliação. O PIB (Produto Interno Bruto) que é referência para os analistas do mercado financeiro deve crescer menos que 1% neste ano e ao que parece a mudança de governo não surtiu o mínimo de efeito esperado principalmente para os investidores.
A crise iniciada em 2014 e intensificada nos anos subsequentes motivada por uma série de fatores que vão desde a queda dos preços dos commodities até a crise política tem deixado o brasileiro numa condição socioeconômica desafiadora. O desespero começa a bater na porta quando se percebe que as altas taxas de desemprego e de juros se encontram estagnadas tornando o cenário ainda mais desanimador.
De lá para cá, uma série de medidas de caráter econômico foram aplicadas no sentindo de retomar o crescimento. O problema e a pergunta que que não cala é quando e como vamos voltar a crescer? Enquanto os economistas brigam pelo melhor modelo macroeconômico a ser aplicado os desafios sociais do Brasil crescem de forma exponencial. O problema da fome tido como um fato já consumado no nosso país volta a ser discutido e os mendigos novamente aparecem nas portas como já não se via mais com tanta frequência.
A agenda do Brasil, a pauta do Congresso e o dilema do governo precisa ser ECONOMIA. Mas para todos! Que comece do topo da pirâmide e não da base como fizeram com a Reforma da Previdência sem mexer com privilégios. Que não seja preciso retirar direitos sociais para voltar a crescer e que o povo possa ser enxergado como solução e não como problema econômico.

Thallys Bruno
Graduando em Ciências Econômicas-UFPE
 

    




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